segunda-feira, 30 de junho de 2014

World Cup 2014 III - Pena

Fico cheio de pena pela eliminação do México.

Calma!, eu estava (e continuo a estar) pela Holanda.



(E pela Suécia, pela Rep. Checa, pela Noruega, pela Italia, pela Croácia...)

Mas...

Com a eliminação do México, ficámos sem isto:

 

Lord Herrera.

 



Vou sentir saudades.


Confesso que já não acreditava na reviravolta, confesso que exultei com o golo do Sjneider.


Foi muito muito bom, tenho-o revisto com atenção, com cuidado, tenho até revisto em câmara lenta...





Nota - viram?, eu podia ter feito no fim a piada: "Uma sandwich de André no meio das duas..."
Mas não fiz.


Oh Wait...

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Cenas que o André se arrepende.

A primeira que me ocorre assim que penso na palavra Arrependimento...

É não ter comprado aquela camisa havaiana que experimentei, quando estava no paraguai em 2006.

Era qualquer coisa deste género:


Foda-se André, Foda-se!.


sexta-feira, 20 de junho de 2014

Aquele momento mágico - Edição Mundial 2014




Se não perceberam...

Inglaterra a levar na pá do Uruguai e no meio dos adeptos sul americanos ...

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Um Escocês.

Ou um homem de bons principios, como quiserem.




quarta-feira, 4 de junho de 2014

Em Negação...


 - Game of Thrones Spoilers e duas piadas secas warning!!!! -
















Fez-me tão lembrar o minuto Kelvin... Basófia o tempo todo e no fim...

Agora a sério, eu confesso que não fiquei assim muito chateado.

Eu gosto de olhar para a vida de um modo práctico e positivo...

... Afinal, a boazona da namorada bisexual do Oberyn acabou de ficar solteira...

Nota - Ok, não foram própriamente duas piadas secas, a do Kelvin tem sempre graça...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Foda-se.

A sério, Foda-se André...

Não é por alguém te dizer que "Pterodactyl Porn" existe...

Que precisas de ir confirmar se é verdade!.









quinta-feira, 15 de maio de 2014

Obviamente.



É a quarta vez que a moça do café me faz isto...



Obviamente que... 

 
 
Só pode.









quinta-feira, 24 de abril de 2014

Vergonha

Corria há 2 km, veloz, sem dor, sem esforço.
Corria após uma semana sem correr.
No céu, o azul esmeralda escurecia em degradê para o escuro, lua já no alto, começo de noite.
Estava atento às pernas, ao pé, à espera do regresso da dor que não aparecia.
Estava metros do começo da subida para a alameda, debaixo da luz daquele candeeiro que não se acende e fica, indeciso, sempre indeciso.
Venço a inclinação, acelero, ladeado à direita pelo verde da relva da alameda, ladeado pela fila de árvores salgueiro chorão.
Estou a sorrir, vitorioso.
Respiro.
Respiro fundo.
Não estou a sorrir.
Tenho ranho, muito ranho, entupido com muco da garganta ao nariz.
Desespero, nariz levantado ao ar.
Viro o rosto para a direita.
Arrepanho a nhaca espessa, puxo-a das entranhas, vai ter que acontecer.
Infâmia, vergonha, abençoada relva ali ao pé.
Arco esverdeado, enorme, imenso que começa a sua curva final e descendente para o chão.

Foda-se André, foda-se.
Foda-se para o vento.
Foda-se o bocado que me apanhou a bochecha.


Era só isto por hoje, ide na paz do senhor.