terça-feira, 27 de abril de 2010

Combinado Sub-Urbano

"- desculpa, estava ao telefone... amanhã com a greve preciso de boleia e...

- eu até te oferecia boleia amanhã...

- e porquê que não ofereces?

- depende... depende do quanto estiveres disposta a sacrificar... sabes... tudo tem o seu preço...

- eu... eu não acredito que estás a negociar sexo com dares-me boleia...

- e porque não? podemos fazer tipo tabela, tu moras fora de Lisboa, logo tens um combinado sub-urbano, podemos fazer um combinado... consoante o que tu tiveres...

(silêncio)

- então não respondes? que passe é que tu tens??

- L123..."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

David Fonseca Vs Dina


Mais uma vez a resposta é óbvia como imediata - DINA ROCKS!

Não só a Dina enchia no David Calimero Fonseca, como enchia no meu Treinador de Boxe.

Ele precisa urgentemente de apanhar uma Bitch Slap pa ver se acorda e se passa cantar feito homem macho (e em português!), mas não da Dina, que a Dina... a Dina é de mão fechada para fazer contagem de corpos - a Dina não faz prisioneiros...

Gajas... entre o David e a Dina...

a Dina sabe como satisfazer uma mulher sexualmente..

terça-feira, 20 de abril de 2010

Come Back II


Ao reentrar no blog, reparo que deixei um travo a - saudades de alguém - com o vídeo e letra da música.

Apesar de estar só, consciente de um natural vazio que se entranha quando há algo que não está ali e era suposto - sim, às vezes tenho a sensação que ela vagueia por ai de chapéu de chuva amarelo -há paz interior e boa ocupação dos tempos livres.



Já escrevi por aqui no texto que era uma mistura de fantástico, divino e idiota chamado - Os três desejos (outubro de 2008) - que em caso de opção, optaria pelo desconhecido, não pelo que já sei e conheço e do qual me afastei.

E eu...

Eu quero para mim - já disse e repito - Mia kirshner.

Não quero a forte probabilidade de ser morto com uma vela de cheiro- o que dava para derreter e eliminar como prova, para além de dar um cheiro fofo à cena do crime - cozinhado com soja e dado de comer aos gatos enquanto ela me gritava- tu é que me obrigas a fazer-te isto...



Quero com isto dizer:

VOLTA LISANDRO!!

Come back...

(o Falcao põe-me quente, mas o Lisandro...)

Come Back...




"And these days they linger on
And in the night ive been waiting for
The real possibility that I may meet you in my dreams
I go to sleep
If i dont fall apart, Will my memory stay clear
So you had to go, And I had to remain here"


But its ok...


sábado, 17 de abril de 2010

Tu é que perguntaste...

Do outro lado da mesa do café perguntou-me:

- Então que filme é que vais ver hoje com o teu amigo?

Lancei-lhe as mãos aos voluptuosos seios, uma mão de cada lado, uma para cada magnifico titânico seio.

Ela em choque, surpreendida e aparvalhada com a expressão no rosto de Não-ele-não-se-atrevia-ele-não-fez-ele-não-está-com-as-mãos-nas-minhas-mamas-no-meio-do-café.

Apertei-lhe firme o esquerdo seio contra o seio do lado oposto, num gesto rápido e explosivo, como se chocassem entre si...

Sorri e respondi-lhe:

- Clash... of the Titans...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Morcona...


Quero ir à tua terra...

Chegar ensonado e dorido do comboio com um ar de patego na cidade grande da província do norte.
Engalanado com um toque de quem vem da capital do Império, na minha ginga retardada que te põe quente quando bebes demasiada cerveja...

Quero ir à tua terra Morcona...

Dizer-te piadas porcas com o sufixo da palavra...

Passearmos juntos pela ribeira, desafiar-te para nadarmos de roupa interior no rio...
Aproximares-te de mim e segredares-me - mas eu não tenho roupa interior...

E assim me engasgares...

E assim eu pensar no teu sufixo...

(assim destapado coitado, assim se constipa...)

No teu sufixo na minha cara...

Pensar nele até perder o norte e perder(me) na tua carne o fio à meada, a noção das coisas.

Desorientar-me na tua confusão, no teu turbilhão, avalanche carnal em meu redor... tu nua sobre mim

Quero ir à tua terra...

E possuir-te nas Lajes do teu chão, quero estragar-te a cintura das tuas calças na avidez das minhas mãos.

Quero contigo aprender como me desces e sobes e giras e paras e tiras de mim, da minha boca os desejos mais depravados, mais ansiados, rendido entre as tuas coxas, embeiçado na tua mão...

Quero ir à tua terra Mulher...

Voltar meio entortado, assim meio desgrenhado, como quem foi atropelado... sem as meias a condizer.

Voltar bem almoçado, saciado... ainda meio aparvalhado, de quem lambeu a tua boca, de quem provou e se perdeu no teu umbigo.


(nota do autor- não percebi bem o que aconteceu aqui...)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

French Maids VS Minions

Entre um exército de French Maids ou um exército de Minions a escolha é tão fácil e óbvia que soa a ridículo colocar a hipótese de não escolher os Minions...

Entre ter o quarto limpo e arrumado a dominar o mundo... ( e ai tinha as French Maids que eu quisesse muuuahahahahaha)



(sim, ando a jogar Overlord, sim gosto que me chamem de Master e de ouvir -everything for the Master!!)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tu...




Estou cheio de cafeína...

Estou irritado mas bem disposto.

Estou em falta comigo e com a legião de fãs que em angustia aguardam por mais uma pérola, um sublime texto de épica qualidade e humor, arrebatadora paixão que invade em palavras o coração, a mente e todo o corpo, na grandiosidade da frase certa, do trocadilho mágico ou apenas a subtileza de mestre dos meus escrito.

(repito- excesso de cafeína, dêem-me um desconto!)




Falhei na minha promessa de escrever com lógica e coerência...

Falhei em tirar o pé quando a Iris (a minha cadela labrador) tentou morder a bola...

doeu...

bué...

E eu confesso que às vezes, às vezes eu esqueço e digo coisas que não quero.

... e não sei dizer as que quero para que percebas, e depois me ajudes a compreender o que te disse...

e agora que estamos aqui os dois juntos, que tudo é claro ... há tanta coisa para te dizer...

pena eu não saber como, como te explicar que apesar de idiota e estúpido faz algum sentido eu querer, implorar-te esbugalhando os olhos o quanto quero que fiques por aqui...

sim, esbugalhar os olhos é o meu move...

(o que é extremamente sexy e põe qualquer mulher a ovular )



Saíram-me palavras da boca, dispersas por uns quantos gafanhotos,...

a falar de boca cheia de massa folhada presa nos dentes...

afiambrei-te aquele olhar sexy entre as lentes garrafais dos meus óculos e mordiquei o lábio

"se estou a sonhar, que eu nunca acorde... se eu estou acordado... não me deixes adormecer..."

tu deliciada com o poder do meu ser romântico...

e eu a citar-te frases do karaté kid...

e tu...

Tu que me prendes com o teu plano maléfico mas fofo.

Hipnotizar-me nessa tua mistura agridoce de cabra simpática com um sorriso pecaminoso... lascivo mas quente como os dois debaixo numa manta no meu sofá...

(a ver filmes porra, nada de badalhoco...)

(pelo menos até ela ficar sonolenta e começar a oferecer menos resistência)

Seguras-me pelo mindinho, seguras-me pelo teu decote, seguras-me pela maneira como coras quando te digo onde como e quando te queria despentear o cabelo, amarfanhar-te as calças, deixar-te imprópria para ser apresentada em público com arritmias cardíacas e dificuldades respiratórias...

Fazes uma pausa no teu moonwalk com que caminhas ao meu lado, sinto a franja no rosto e os teus lábios ao de leve deste para o pescoço- conta-me mais... - dizes-me baixinho como quem tem uma imagem e reputação a manter em público e ensinar-me alemão como primeira língua via sexual em privado...

(o que me parece mais saudável que deixares-me com o lado esquerdo do corpo anestesiado durante as 4 horas seguintes... )

(percebo que estivesses entusiasmada... mas se querias que jantasse com os teus pais a seguir abusavas/usavas-me com moderação)

Tacteio-te pelas coxas, pelas ancas, procurando decifrar que forma e textura vestiste debaixo dessa tua saia preta sem te dar a entender o que procuro... podia perguntar-te, podia pedir-te para me dizeres...

Implorar...

Fazer beicinho...

Mas estou a guardar os olhinhos de bambi para quando te beijar o pescoço e descer, te olhar de baixo para cima na entrada do decote para poder continuar... e desta vez prometo que me concentro tanto à direita como à esquerda... sem preferências, sem carência de atenção.

(não queremos repetir o desconforto da última vez que cinco minutos depois de estar intenso e concentrado somente no lado direito de deste um estalo na orelha e me perguntaste- mas o quê que tu estas a fazer??)


Empolguei-me...

Paras e paras-me depois. Viras-me para ti e sorris - então? já pensaste que filme queres ir ver? estás calado há 5 minutos...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Outra vez... o mesmo.


Mais tempo do que tenho, menos do que quero... todo o tempo teu.
Tempo de espera, de nadas.
Tempo de ninguém.

Tempo perdido.

Já não me prometo mas comprometo... nalguns gestos e pessoas que nem mal me preenchem o teu vazio...

... o meu vazio.

aquela coisa em tons de cinza escuro sobre os ombros...

aquela frase gasta vezes sem conta em pensamento...

ou escrita numa folha cuja tinta se diluiu na chuva de terras onde nunca chove...

onde me diluo por inteiro e o que de meu foi escrito é um borrão numa folha alagada, desfigurada, desfeita entre os dedos.

Entre os teus dedos...




como eu.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Está sol, calor e imagino-te com pouca roupa...



Deixo passar uma hora no banho- banheira de hidromassagem... foi muito desagradável, uma maçada...
Deixo passar o tempo e encontro-me amarrado numa ausência que não era suposto sentir, não era suposto deixar-me assim em desconforto, inquieto.
Apetece-me contrariar o manual de instruções que diz para ficar quieto, respeitar silêncios e distâncias.

Respeitar ser apenas um acaso e não uma conspiração.

Mesmo que não apeteça, que te tente afastar da mente, esquecer a franja as ancas ou a ponta do nariz, o teu lábio superior, o meu e o teu lábio inferior, não interessa qual seja a imagem tua que me sodomiza o juízo, não me interessa onde ou porquê ou a justificação.

apenas que te foste depressa na volta da maré.


...e eu a tentar lavar a areia das mãos numa onda rasteirinha sem molhar os pés.