sábado, 22 de outubro de 2011

Meu Tio.

E hoje foi o dia em que partiste.
Ficaste somente uma carcaça à espera de morrer.

Sentei-me só diante da porta de tua mãe, minha avó.
Queria pensar demorado no que me ficou por te dizer mas não me concedo esse desabafo, não aceito um qualquer momento de fraqueza ou hesitação.

Contigo morre a última memória viva do teu irmão.

Comigo fica o teu último sorriso que com graça e talento idiota te arranquei.

" e a gente fala-se calando-se, e depois... vamos-nos arrastando."

4 comentários:

cê-agá disse...

rip

Pusinko disse...

:/ sorry
A última frase dá que pensar.

Susi disse...

Oh :( que merda

Bibinha disse...

:(
Força, a memórias estão para sempre connosco.